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_________________________________________________________________________________________________________________________ POVO DO ACRE
A Profa. Dra. Luíza Galvão Lessa defende com grande veemência a nossa ACREANIDADE. O José Augusto Fontes também enquadrou legal o tema e foi brilhante como sempre. Eu, então, para a insatisfação dos fantasmas que atormentam as minhas noites insones, Melchíades e Omena, cearenses desaparecidos no fulgor da refrega, achei por bem colocar a minha pá de sal. É que sou nascido em 1957, logo, sou acreano. O Beneilton Damasceno é acreano. Sou do tempo em que este sol a brilhar soberano enche o peito de cada acreano. É tradição pura e remonta há cento e poucos anos de história de gente valente que nunca teve medo quando o pau quebrou. Continuarei grafando o termo ACREANO e, se um dia, quem sabe, a Real Academia de Letras de Lisboa não mais o permitir, irei para a Penal como remanescente do meu antigo povo do acre, os ancestrais xapuris. Acriano é termo que nada tem a ver. Vem de acrílico, acrísio e acrídeo, um inseto venenoso. Ah, sim! Quem foi o doido que meteu isso na cabeça? Pior é que o seleto grupo dos dirigentes planetários entrou nessa e até defende o indefensável e indefectível... Tem cada uma! _________________________________________________________________________________________________________________________
Escrito por José Cláudio Mota Porfiro às 08h44
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